Gestão de crise: preparação é tudo
Empresas que se preparam para crises não escapam delas. Elas encurtam o período em que perdem o controle da própria versão. Essa diferença não é sorte, é resultado de planejamento deliberado e de cultura organizacional.
O que compõe um plano de crise
- Mapeamento de riscos e vulnerabilidades
- Definição de porta-vozes e níveis de autorização
- Protocolos de resposta por tipo de crise
- Templates de comunicação pré-aprovados
- Lista de contatos de mídia e stakeholders-chave
- Simulações e treinamentos periódicos
Um plano só se prova quando a crise chega. A contraparte deste guia é o protocolo de resposta a crise de reputação, que trata das horas seguintes ao gatilho.
A diferença que o treinamento faz
Em uma crise real, não há tempo para aprender. As respostas precisam ser quase automáticas. É por isso que simulações realistas são parte indispensável da preparação. Porta-vozes que já passaram por simulações de crise respondem com muito mais clareza e consistência quando a situação real acontece.
Preparar também é saber reconhecer o que se está enfrentando. Nem todo episódio negativo é crise, e a leitura errada custa caro nos dois sentidos: o que define uma Crise de Imagem e como medir o dano é o critério que separa ruído de risco real.
Crise não avisa quando vai chegar. Mas você pode escolher estar preparado quando ela chegar.
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